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ARTIGO - Como escolher um bom candidato?

A efervescência política em período eleitoral divide opiniões. Pessoas permanecem alheias, outras deixam-se envolver pelo calor das disputas e adotam posições extremadas. Alguns ainda passam a defender este ou aquele candidato como determinante para a solução de todos os problemas. Para quem cotidianamente trata a política como elemento decisivo na conjuntura, economia e vida, este debate é sempre positivo, pois permite explorar as certezas e as contradições das ideologias apresentadas.
 
E assim, o mais importante – que são as questões programáticas, o histórico do candidato e do partido que ele representa – por vezes é minimizado em função da simpatia ou de promessas mirabolantes, da influência midiática ou mesmo de boatos disseminados pelas redes.
 
A mídia, chamada há tempos de quarto poder, representa grandes anunciantes, que têm interesses bem diferentes dos da classe trabalhadora. Assim foi com a reforma trabalhista, anunciada como geradora de empregos e que, na verdade, apenas tornou a vida bem mais difícil para os trabalhadores. Por sinal, aí vai o primeiro ponto: pesquise a opinião de seu candidato sobre a reforma trabalhista, veja como foi seu voto. Foi a favor? Não merece seu voto. Foi contra? Bom começo!
 
segundo ponto é conferir os boatos espalhados na rede. As chamadas Fake News. Um bom site de consulta é o www.boatos.org. Quem nunca ouviu falar sobre uma Ferrari de ouro ou uma ilha em Angra? Sobre a sexualidade desta ou daquele? Sempre devemos conferir antes de acreditar, muito mais ao repassar.
 
terceiro ponto que deixo para esta eleição é: caso seu candidato esteja concorrendo à reeleição ou já tenha sido parlamentar, quais foram seus projetos? Quantos foram apresentados, quantos foram aprovados e qual o impacto destes para os trabalhadores? Como foi sua participação no Parlamento, e, em caso de Executivo, o que se sabe de como foi sua administração?
 
Por fim, sempre é bom lembrar que política se faz com o coração, mas, acima de tudo, com a razão. Porque estes que serão eleitos agora decidirão nossas vidas por quatro anos, e sabe-se lá se sobrará Brasil ou Rio Grande do Sul para serem reconstruídos em 2022.
Regina Abrahão - diretora do SEMAPI
 
 
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