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Campanha busca melhor distribuição de recursos da Lei Aldir Blanc

A Campanha Em Defesa de Cotas e Ações afirmativas para Negras e Negros na Destinação dos Recursos da Lei Aldir Blanc promove, durante nesta quinta-feira (13), a inauguração da regional Sul. O evento acontece às 19h, na página de Facebook do Fórum Permanente de Ação pela Cultura (facebook.com/forumacaocultura).
 A campanha tem como objetivo exigir a responsabilidade dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário em garantir a distribuição democrática de recursos no que tange a Direitos Constitucionais, Estatuto da Igualdade Racial e Leis afins, em especial no caso da Lei Aldir Blanc – auxilio emergencial criado durante a pandemia da Covid-19 voltado para a comunidade artística. O Manifesto lembra que a doença vitima majoritariamente a população negra.
O texto lembra que o Brasil é o segundo país em população negra do mundo com 115 milhões de pessoas de ascendência africana.  “É fundamental a implementação de políticas públicas que garantam a transparência e democratização desses recursos oriundos da tributação de todo povo brasileiro. Embora a população negra brasileira produza muita cultura que coloca o país como referência internacional em vários segmentos artísticos; a contrapartida de investimento público é pífia”, afirma o documento, ressaltando que a economia da cultura, fomentada por artistas e produtores afro-brasileiros, fortalece o mercado de trabalho, gerando renda e investimentos em várias áreas, como turismo, entretenimento, comunicação, gastronomia, publicidade, entre outros.
Outro ponto abordado é a necessidade de todos os segmentos que expressam atividades culturais serem informados, catalogados e contemplados com editais específicos e auxilio emergencial. “A cultura negra é exercida por profissionais na música, cinema, artes cênicas, dança, carnaval; bem como nas comunidades tradicionais quilombolas e povo de terreiros, entre outras manifestações culturais de ancestralidade africana.” O Movimento ainda relata que o governo estadual distribuirá R$70 milhões para os artistas cadastrados individualmente, e os governos municipais distribuirão R$85 milhões para as entidades representativas. “Somos o Estado com maior número de terreiros de umbanda e candomblé do Brasil, assim como temos mais de três centenas de entidades culturais negras. Por isso contamos com o apoio de todos e todas para que consigamos contemplar esse segmento, que fomenta a cultura popular brasileira e que é reconhecida internacionalmente pela construção da maior Nação da América Latina.” O SEMAPI apoia esta iniciativa!
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