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Governo Sartori e a incompetência em administrar

Desde o início do seu mandato, o governo Sartori vem colocando a culpa da crise no seu antecessor, mas sequer consegue apresentar uma proposta concreta para melhorar as finanças do Estado. Mentiu para a população dizendo que extinguir fundações traria economia para os cofres públicos, mas agora não consegue sustentar sua farsa e, como não tem argumentos, desrespeita a Justiça distribuindo decretos arbitrariamente.
 
Nesta quinta-feira (14/06), foi publicado no Diário Oficial o encerramento das atividades da Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH), uma instituição estratégica para o RS, que formava gestores públicos e auxiliava, justamente, na administração do Estado. Até agora, o governo Sartori não explicou como serão mantidas todas as atividades que a FDRH desenvolve, já que atua em três frentes importantes: Estágios, Escola de Governo e Concursos.
 
Em março deste ano, a Promotoria de Defesa do Patrimônio Público do MP já havia expedido recomendação à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) para que suspendesse os atos de execução da extinção da FDRH relacionados à Escola de Governo, e revogasse aqueles que pudessem ter reflexo no seu funcionamento. Em maio, o MP ingressou novamente contra atos de extinção da FDRH, para garantir que os serviços fossem mantidos. Mesmo assim, o governo Sartori atropela e, sem mostrar uma solução, simplesmente assina decreto extinguindo a entidade.
 
Parece piada, mas até a empresa privada Renapsi, contratada para administrar os estágios no lugar da FDRH, não pagou os estagiários do Estado no mês de maio, que precisaram ser dispensados. Ao apresentar desculpas pelo atraso, governo e empresa ficaram transferindo a responsabilidade um para o outro, numa evidente falta de organização e falha de administração.
 
Nós vamos continuar lutando, aguardando que o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS) e o Supremo Tribunal Federal (STF) avaliem as liminares que suspendem as extinções. Em ano eleitoral, é imprescindível que toda a população se lembre dos partidos e dos nomes daqueles que foram coniventes com a tentativa de extinção de fundações tão importantes para o Rio Grande.
 
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