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Reforma trabalhista: é hora de separar o joio do trigo

Depois de ser aprovada pela Câmara dos Deputados e, nesta terça-feira (11/07), pelo Senado Federal, a Reforma Trabalhista nos dá uma grande lição sobre o que fazer: separar o joio do trigo. É preciso reconhecer a luta de quem defendeu os trabalhadores e trabalhadoras, mas é ainda mais importante não esquecer daqueles que votaram a favor de um projeto que beneficia apenas empresários e é extremamente prejudicial para a classe trabalhadora.

Diversas instituições se manifestaram contra o texto, como a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (ANAMATRA), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Ministério Público do Trabalho (MPT). De acordo com essas entidades, o Projeto “está contaminado por evidentes e irreparáveis inconstitucionalidades, formais e materiais, e retrocessos de toda espécie.”

Apesar de nefasta, a reforma trabalhista teve ampla aceitação no Congresso, que se vendeu para apoiar um governo ilegítimo e mergulhado em corrupção. Para conseguir aprovar o texto, Temer liberou verbas represadas a parlamentares, que poderão levar o dinheiro para os projetos em seus municípios e, assim, compensar a carga negativa que terão em suas bases eleitorais ao votar pela reforma.

Por isso, precisamos lembrar de nomes e partidos daqueles que traíram os trabalhadores, e nunca mais votar neles. É preciso ter consciência que nosso voto faz toda a diferença, e que eleger quem defende o povo é fundamental para que se consiga avançar numa agenda mais igualitária e justa para todos.
 
Confira quem traiu a classe trabalhadora:

SENADORES
Ana Amélia Lemos (PP)
Lasier Martins (PSD)
 
DEPUTADOS
Alceu Moreira (PMDB)
Cajar Nardes (PR)
Carlos Gomes (PRB)
Covatti Filho (PP)
Danrlei (PSD)
Darcísio Perondi (PMDB)
Jerônimo Goergen (PP)
Jones Martins (PMDB)
Luis Carlos Heinze (PP)
Mauro Pereira (PMDB)
Onyx Lorenzoni (DEM)
Renato Molling (PP)
Ronaldo Nogueira (PTB)
Yeda Crusius (PSDB)
 
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