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SEMAPI e ASFEPAM questionam retorno das atividades presenciais na Fundação

Após tomar conhecimento pelo relato de chefias de divisões e departamentos que a direção da FEPAM pretende retomar as atividades presenciais na Fundação na próxima segunda-feira (8), SEMAPI e ASFEPAM enviaram ofícios à entidade questionando a validade da ação. Em ofício expedido na tarde desta quinta-feira (4), o órgão comunica que pretende trazer de volta trabalhadores, excetuando aqueles que integram grupos de risco e os que com filhos com menos de 12 anos, respeitando o limite do teto de operação de cada município de acordo com a bandeira da Região (pelo Sistema de Distanciamento Controlado) e também com revezamento, com ocupação mínima de 4m² por pessoa (estilo ilhas de trabalho).
De acordo com a ASFEPAM, todas as chefias são contra a medida. O presidente da Associação, Nilo Sérgio Fernandes Barbosa, que também integra a CIPA, salienta que há falta de critérios para estabelecer o número mínimo de pessoas que poderiam voltar a cada ambiente de trabalho, e que o fornecimento de EPIs aos trabalhadores deve se planejado e organizado de modo que não haja solução de continuidade na distribuição dos mesmos. “Estamos desde o mês de março em regime de teletrabalho, o qual vem se demonstrado satisfatório. Da mesma forma, a produtividade por este modelo de trabalho, embora ainda seja uma novidade para a instituição, superou as expectativas, de acordo com notícia veiculada no site da FEPAM em 11/05/2020”, salienta o ofício enviado pela ASFEPAM, destacando que a realização de vistorias está mantida em casos de necessidade e a juntada de documentos em processos que ainda tramitam em meio físico foi propiciada através das últimas atualizações do banco de dados. Além disso, novos protocolos via Sistema Online de Licenciamento seguem funcionando normalmente, além de reuniões estarem ocorrendo por videoconferência.
Para o SEMAPI, é fundamental que o retorno às atividades presenciais seja adiado enquanto perdurarem os riscos e até que exista plena segurança para os trabalhadores, recomeçando as atividades com um máximo de 25% de servidores, com reavaliações a cada 15 dias, no máximo. O Sindicato também demanda um plano de distribuição universal de EPIs (máscaras, álcool gel). Desse modo acreditamos ser possível evitar prováveis focos de contágio e contribuir para o combate à pandemia.
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