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SEMAPI entrega documento ao governo exigindo condições sanitárias

Conforme programado previamente, o SEMAPI enviou Carta Aberta ao Palácio Piratini, na tarde desta terça-feira (8). O objetivo foi exigir condições sanitárias para atuação de trabalhadores e trabalhadoras da base.
Prevista para acontecer logo após a Carreata por Direitos – cancelada por preocupação com o momento de superlotação das UTIs hospitalares com pacientes de Covid-19 –, a entrega foi protocolada virtualmente junto à Casa Civil. No texto, o Sindicato defende ainda que trabalhadores e trabalhadoras no grupo de risco permaneçam em casa. “É com profundo pesar, indignação e irresignação que o SEMAPI/RS se vê obrigado a escrever a presente carta, pois ao convocar para o trabalho presencial todos os seus empregados que se encontravam afastados por orientação médica por pertencerem ao chamado ‘grupo de risco’, a Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiências e Altas Habilidades (FADERS), a Fundação de Proteção Especial  (FPE) e a Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS) estão, em verdade, obrigando seus trabalhadores a se exporem ao risco de vida iminente, face à grave situação em que o Estado se encontra por conta da (in)gerência da pandemia causada pelo Sars-CoV-2, o novo coronavírus”, começa o documento.
O SEMAPI ainda salienta que “dentre as doenças dos trabalhadores que as fundações exigem o retorno ao trabalho presencial estão a neoplasia, doenças pulmonares crônicas, hipertensão e diabetes”. Ao todo, são 300 pessoas que a Secretaria da Justiça expõe ao risco, sendo 187 da FPE, 100 da FGTAS e 13 da FADERS. Por fim, o Sindicato afirma que os casos estão em ascensão no Estado, “o que exige da gestão pública a máxima cautela na tentativa de proteger a população e, assim, poupar vidas”, e convoca a categoria a “não se esquecer quem são as pessoas que estão por trás dos atos atentatórios à vida e à saúde dos trabalhadores, e clama por uma mudança no modo com que o Governo do Estado trata os trabalhadores e trabalhadoras que dão vida às fundações estaduais”.
Confira a íntegra da Carta Aberta aqui. Seguiremos lutando pela preservação da vida. Nosso trabalho tem valor!
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