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Sindicatos, EPTC e trabalhadores discutem estratégias para combate à COVID-19 na empresa

Discutir ações e melhorias de protocolos utilizados para o combate à contaminação por COVID-19. Este foi o objetivo da reunião ocorrida na manhã desta quinta-feira (23), com representantes da direção da EPTC, da diretoria do SEMAPI, do Sintran e trabalhadores da empresa.
O SEMAPI sugeriu, como uma medida para ajudar no enfrentamento da pandemia, que as CIPAS sejam mais acionadas e executem um papel fiscalizador nesse momento, no sentido de conter o avanço do contágio. Solicitou, ainda, que se adote – na unidade Gênova e com os colegas dos serviços gerais – uma escala de revezamento para dar maior segurança aos trabalhadores.
A direção da EPTC argumentou que, neste momento, não tem possibilidade de adotar escala de revezamento nos serviços essenciais, uma vez que a empresa já está trabalhando com efetivo reduzido, porém não descarta a possibilidade de revezamento em algum ponto, caso avaliem necessário. Também informou que já solicitou testagem em massa, porém não obteve resposta dos órgãos competentes.
Outra iniciativa já tomada é a elaboração de novo material de prevenção e proteção para os trabalhadores, a partir do protocolo do Município, com orientação de combate à contaminação. Além disso, a partir da próxima semana, a empresa iniciará o processo de desinfecção da empresa, que não precisará ser fechada, pois os produtos utilizados não oferecem risco à saúde humana. A EPTC vai distribuir mais EPIs, que estão em fase final de aquisição, e avalia a possibilidade de compra e operacionalidade de termômetros – para medição dos trabalhadores –, assim como de uniformes de proteção para os trabalhadores dos serviços gerais, bem como treinamento a estes trabalhadores para proteção e cuidados de saúde no trabalho.
Políticas para trabalhadores já infectados
Representantes da empresa explicam que têm comunicado os casos de contágio às autoridades sanitárias do município, seguindo o protocolo. Eles informam que não estão omitindo casos de trabalhadores contaminados, mas optando por não divulgar nomes e locais para não expor os trabalhadores. Uma das ideias sugeridas para análise é de que a empresa informe somente os números e locais dos contaminados, para maior precaução.
Foi definido que trabalhadores que contraírem COVID no período de férias deverão gozar o período até o final, e voltar após o período do atestado. Aqueles trabalhadores que contraírem o vírus antes das férias terão as mesmas suspensas.
Salientamos que estamos em contato permanente com a administração da empresa, bem como vistoriando qualquer demanda vinda dos trabalhadores.
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